Instituto Não Aceito Corrupção

Associação civil, apartidária e sem fins lucrativos.

23 de março de 2021 | 14:17

Conscientizando pela cidade

Projeto de comunicação classificado em 3º lugar no II Prêmio Não Aceito Corrupção promove a informação no espaço público

Nas cidades, tudo é linguagem, desde os sinais de trânsito e placas, até a publicidade e os grafites. Ao mesmo tempo que a cidade nos lê, traduzindo as necessidades da população que nela vive, também estamos a todo tempo lendo e aprendendo com os sons e imagens ao nosso redor.

Pensando em ocupar esse espaço de maneira distinta e útil, Misma Ferreira de Paula, formada em Economia pela PUC Minas e agora especialista em Governança, Riscos e Compliance pela Faculdade Cedin em Belo Horizonte, colaborou para a consolidação da campanha #SomosAntiCorrupção.

O projeto proposto inicialmente por seu orientador, Daniel Perrelli Lança, coordenador do MBA em GRC, foi classificado em 3º lugar na categoria Comunicação do II Prêmio Não Aceito Corrupção.

A campanha incluiu a criação de cartazes e anúncios para diversos ambientes, desde totens de pontos de ônibus, janelas, postes, outdoors em prédios até escritórios e repartições públicas, cada um com enfoques distintos.

“A campanha publicitária contribui para disseminar o tema e reforçar o comportamento positivo na sociedade”, afirma Misma. “Quando criamos uma ‘#’ ou uma frase e a usamos como slogan, estamos apoiando o movimento e fortalecendo o ativismo daqueles que se empenham nessa luta contra a corrupção”.

Foram criados vários slogans e frases de efeito que visam à conscientização dos leitores, todas elaboradas em peças na paleta de preto e amarelo (cores também chave na identidade do Instituto Não Aceito Corrupção). A execução visual dos materiais foi terceirizada e produzida pelo designer Renan Reis.

“Estamos de olho em vocês” é um desses exemplos, no qual uma lapa destaca o autor da frase: “Ass: Cidadãos”. Outro, chama a atenção para o significado do nosso patrimônio comum: “Dinheiro público não é dinheiro de ninguém. É de todo mundo!”.

Destaque também para a peça que incentiva o respeito ao pagamento de impostos, ilustrada por um leão – justamente o símbolo popularizado nas campanhas para declaração do Imposto de Renda nos anos 1980. Na época, o slogan era “O leão é manso e justo para quem faz tudo direito!”.

“Uma coisa que eu vejo tanto no compliance privado como no público, é que, tão importante quanto regras, políticas, procedimentos, códigos de conduta ética, é a capacidade dos órgãos públicos de comunicar internamente com os servidores públicos, mas ainda mais externamente, com os fornecedores e, sobretudo, com o cidadão”, aponta Daniel – também vencedor do prêmio, com direito à menção honrosa, pelos 10 projetos inscritos que orientou.

“O prêmio é o reconhecimento de trabalhos de pessoas que ainda não são publicamente reconhecidas, mas que de alguma forma contribuem para  a nossa sociedade com produtos, serviços e soluções acessíveis para as mais diversas esferas da sociedade. Com o alcance da divulgação do prêmio, incentiva mais estudantes e professores a desenvolverem resultados nessa área. No CEDIN foi um grande incentivo aos alunos do MBA, que se empenharam em produzir algo e concorrer ao prêmio”, lembra Misma, que hoje também é coordenadora do Núcleo de Extensão da instituição. “Isso resultou no CEDIN sendo a faculdade que mais inscreveu alunos”.

Fique atento ao nosso cronograma e não perca a chance de cadastrar também o seu projeto no III Prêmio Não Aceito Corrupção, participando de forma efetiva do combate à corrupção no nosso país.