15 de agosto de 2017 | 22:37

Inteligência Artificial: ferramenta anti-corrupção

De acordo com Paulo Castelo, CEO da Fhinck e mestre em Gestão de Negócios pela Georgetown University, a partir do monitoramento de dados e da tecnologia é possível monitorar e identificar padrões de comportamento que estejam fora dos estabelecidos nos códigos de ética e conduta. Desta forma, o combate à corrupção pode ser dar por meio de ferramentas de inteligência cognitiva em um processo interno de investigação, diminuindo a dependência da denúncia interna.